A origem do mercado de carbono nasceu no âmbito das mudanças climáticas e acordos internacionais, como por exemplo, Protocolo de Kyoto, Convenção Quadro (Rio 92) e desde 2015 pelo Acordo de Paris, envolvendo todos os países e não só os 39 industrializados que se comprometeram em Kyoto.
A Meta global é a redução total das emissões (Net-Zero),com o objetivo de não elevar a temperatura + que 1,5 graus celsius até 2050. Neste contexto nasce a Greenbalance, com o objetivo de realizar projetos e parcerias que possam contribuir com o desasceleramento do aquecimento global.
Nosso compromisso com o planeta nasceu em 2015, quando a INTERBIO foi fundada, com o objetivo de atuar em prol o meio ambiente.
Agora nasce uma nova marca especializada para contribuir com a meta global e na esperança de um futuro ambientalmente saudável.

O que é ?
O Crédito de carbono é uma unidade financeira que representa a redução/remoção de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2) nas emissões de gases de efeito estufa, sendo um ativo negociável em mercados voltados para a mitigação das mudanças climáticas.
Podemos construir um projeto de crédito de carbono do zero, ou desenvolver o projeto em andamento para aplicação de metodologias para sua certificação e posterior emissão de créditos a serem comercializados.
Como atuar no mercado?
Os créditos de carbono gerados podem ser vendidos no mercado a partir da remoção e redução de carbono, onde empresas podem adquiri-los para compensar suas próprias emissões de CO2.
Empresas poluentes compram créditos de carbono para neutralizar suas emissões de gases estufa. A comercialização é feito posteriormente à certificação do projeto e a emissão dos créditos.
Como gerar os créditos?
É preciso desenvolver e implementar projetos que resultem em reduções verificáveis de emissões de GEE ou no aumento de remoção de carbono na atmosfera. Para atestar essas reduções aplicamos uma metodologia certificada para posterior emissão dos créditos, tais como Verra, The Gold Standard, Indigo, Social Carbon, conforme for a demanda do projeto.
Oferecemos serviços relacionados ao Crédito de Carbono, da análise da viabilidade do projeto, desenvolvimento até a comercialização dos créditos.
Criamos Metodologias para a certificação do projeto.
Realizamos serviços de análise do Ciclo de Vida do produto, Inventário Gases Efeito Estufa, Cálculo da Pegada do Carbono, GRI, GHG Protocol, serviços que ajudam as empresas no alcance da sustentabilidade.
Desenvolvemos metodologias específicas ou implementamos uma já existente, aplicáveis em diversos casos, como: Florestas, Agricultura, Energia, Resíduos.
Atuamos com diversas certificadoras, conforme o caso.
Análise prévia da viabilidade dos projetos para crédito de carbono, certificação e venda dos créditos no mercado voluntário ou regulado.
Serve para saber o quanto um país, empresa, produto ou pessoa está contribuindo para o aquecimento.
Descrição do serviço
Para desenvolver estratégias de ações de combate às mudanças climáticas, sugere-se quantificar as emissões dos gases de efeito estufa (GEE), por meio de inventário de emissões, utilizando metodologias específicas (GVCES, 2009).
O inventário de GEE corporativos ou pegada de carbono organizacional é um levantamento para determinar as fontes de GEE nas atividades de uma empresa, organização, setor econômico, cidade, estado ou país, assim como a quantificação destes gases lançados na atmosfera, considerando as emissões da cadeia do ciclo de vida ou do abastecimento causados pela produção de bens e serviços consumidos por uma organização (LARSEN; HERTWICH, 2009)
A pegada de carbono (PC) deu origem a uma ampla discussão na comunidade científica, tornando-se popular. Define-se como a quantidade de emissões de CO2 equivalentes causada direta e indiretamente por uma atividade, ou como a quantidade total de gases do efeito estufa (GEE) ao longo do ciclo de vida de um processo ou produto (FANG; HEIJUNGS; SNOO, 2014).
A quantificação da pegada de carbono usa indicadores como o GWP, que representa as quantidades de gases do efeito estufa que contribuem para as mudanças climáticas e o aquecimento global. Geralmente é considerado um horizonte de 100 anos. Outra definição da PC é que ela representa a área de terra necessária para o sequestro de combustíveis fósseis na atmosfera por meio de florestas (CUCEK; KLEMES; KRAVANJA, 2012).
Serve para reportar boas condutas, padrões de sustentabilidade e medidas do ESG.
É um pacote de padrões, orientações e ferramentas para mensurar e gerenciar emissões de GEE.
Descrição do serviço
GHG PROTOCOL permite que atores públicos e privados mensurem e reportem de maneira confiável o impacto climático de suas atividades em termos de emissões de GEE, possibilitando o planejamento de ações de mitigação.
Serve para ampliar a base científica sobre sistemas produtivos e a relação com o meio ambiente.
Serve para quantificar as emissões diretas e indiretas dos gases causadores de Efeito Estufa.
A seguir os tipos de projetos de Créditos de Carbono.
Podemos ter projetos de CONSERVAÇÃO da área nativa e de REFLORESTAMENTO.
Para áreas RECUPERADAS com plantio de mudas nativas os requisitos são:
REDD+ é um mecanismo de redução de emissões de gases de efeito estufa através do desmatamento ou degradação florestal evitada. A implantação dos mecanismos REDD+ se dá através de projetos, realizados por instituições públicas ou privadas, que geram créditos de carbono a partir da conservação de áreas de florestas em qualquer bioma do mundo.
No desenvolvimento deste tipo de projeto é estimada a quantidade de carbono armazenado nas árvores da área de abrangência do projeto e estudada a linha de base, ou seja, o histórico de desmatamento na região. A partir daí é estimado quanto de desmatamento seria evitado com a implantação do projeto e, portanto, quanto de carbono deixaria de ser emitido com a manutenção dessa área de floresta.
Na prática, os projetos REDD+ subsidiam a conservação de áreas de floresta, portanto, além de reter o carbono armazenado nestas áreas, acarretam a conservação da biodiversidade e trazem ganhos sociais para a região.
REDD+ é um mecanismo de redução de emissões de gases de efeito estufa através do desmatamento ou degradação florestal evitada. A implantação dos mecanismos REDD+ se dá através de projetos, realizados por instituições públicas ou privadas, que geram créditos de carbono a partir da conservação de áreas de florestas em qualquer bioma do mundo.
No desenvolvimento deste tipo de projeto é estimada a quantidade de carbono armazenado nas árvores da área de abrangência do projeto e estudada a linha de base, ou seja, o histórico de desmatamento na região. A partir daí é estimado quanto de desmatamento seria evitado com a implantação do projeto e, portanto, quanto de carbono deixaria de ser emitido com a manutenção dessa área de floresta.
Na prática, os projetos REDD+ subsidiam a conservação de áreas de floresta, portanto, além de reter o carbono armazenado nestas áreas, acarretam a conservação da biodiversidade e trazem ganhos sociais para a região.
REDD+ é um mecanismo de redução de emissões de gases de efeito estufa através do desmatamento ou degradação florestal evitada. A implantação dos mecanismos REDD+ se dá através de projetos, realizados por instituições públicas ou privadas, que geram créditos de carbono a partir da conservação de áreas de florestas em qualquer bioma do mundo.
No desenvolvimento deste tipo de projeto é estimada a quantidade de carbono armazenado nas árvores da área de abrangência do projeto e estudada a linha de base, ou seja, o histórico de desmatamento na região. A partir daí é estimado quanto de desmatamento seria evitado com a implantação do projeto e, portanto, quanto de carbono deixaria de ser emitido com a manutenção dessa área de floresta.
Na prática, os projetos REDD+ subsidiam a conservação de áreas de floresta, portanto, além de reter o carbono armazenado nestas áreas, acarretam a conservação da biodiversidade e trazem ganhos sociais para a região.
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